RPGgram

Dia 1
Primeiro dia em Spreley

[01-04/12/2016]

A história começa em Spreley, uma pequena cidade costeira com um porto relativamente ativo. A cidade é um ponto importante de comércio, abastecendo outras cidades do interior. É o primeiro dia em Spreley e as nuvens pesadas de chuva começam a fechar o céu.

O clérigo vai para a praça pregar para o deus Celtão. Atraiu o monge Camanducaia e Fagudes, que serviu um café show para os dois. Ficaram amigos.

- Opa, amigo! Cafezinho show, com as graças do Celtão!

O café, por razões desconhecidas por todos e mais alguns, não fica aguado pela chuva e cria uma sensação de conforto e amizade entre os três. A maioria dos habitantes de Spreley corre para suas casas, enquanto os mercadores guardam seus produtos com pressa. Poucas pessoas ficam para assistir a pregação. Um senhor se aproxima, interessado pelo que foi dito:

- Meu bom senhor, que palavras tocantes! Me perdi imaginando os campos verdejantes de que você falava… você – VOCÊS parecem novos na cidade (a maioria aqui parece…). O que vieram fazer por aqui?

Clérigo: Eu venho seguindo as orientações do meu Deus para dar assistências aos que precisam de cestas básicas.

Camanducaia: Vim procurar iluminação e descanso. Achei ter encontrado a segunda, mas sinto medo em vez de paz na nessa região.

- Ah, você está mais do que certo, senhor! Venham, vamos sair dessa chuva.
Na porta da taverna da praça, debaixo de um telhado, o senhor se apresenta. Um adolescente também vem para ouvir a história.

- Meu nome é Don. Ouçam… tem uma gente ruim raptando pessoas da nossa vila! Já tem muitos dias que isso acontece. Não temos a mínima ideia do que querem. As pessoas são levadas e nunca mais aparecem! A gente vê os caras entrando pela porta dos fundos de uma casa aqui perto, mas depois disso… não quero assustar, mas coisa certa não está acontecendo ali!

Assim que Don vai falar algo, o garoto, que parecia ouvir com atenção, puxa o escudo de Fagudes e sai em disparada!

O clérigo joga a xícara no garoto, enquanto Fagudes joga a Sra Bandeja como o aro da Xena. O escudo é só pra tirar a atenção de sua verdadeira arma, a multiuso Sra. Bandeja.

[falha em teste de Destreza]

Sra Bandeja acerta uma parede, logo depois do garoto se esconder atrás da casa. Ele toma um susto mas volta pra ver o que houve. O garoto vê a bandeja no chão, pega, toma uma xicarada no ombro e some por trás das casas.

Camanducaia: o garoto tá roubando muito, bora lá ver com ele que bagulho é esse de roubar.

Don e o clérigo ficam para trás, mas Camanducaia e Fagudes vão atrás do garoto. Virando no beco das casas, os dois veem o rapaz entrar por uma fenda na parede grande o suficiente para uma pessoa passar – mas não um half-orc. Fagudes entra na fenda.

Minutos depois, após algo que somente Fagudes pode revelar, os dois saem do buraco na parede:

- Saí do buraco puxando o escroto pela orelha. Joga a xícara nele de novo – Fagudes não perdoa.

Clérigo: LARRY, DE TRÊS! (Larry deu uma cagada na cabeça dele)

Após o misterioso evento ocorrido na fenda na parede, o garoto grita para dentro da fenda algumas palavras que não foram ensinadas pela mãe dele. O garoto completa:

- SEU VELHO MALUCO, VOCÊ NÃO ME PAGOU PRA ISSO!

Com uma cara muito confusa, Don pergunta aos três se podem ajudá-lo na investigação sobre o caso das pessoas raptadas.

Clérigo: Claro, meu nobre! Ainda teremos mais tempo para falarmos sobre o Pio Paul Pierce.

Camanducaia: você não precisava usar de subterfúgios para pedir ajuda, senhor. O que se sabe dos casos onde houve rapto?

Don: Eles levam adultos, crianças… da última vez, levaram Lia, uma das mais velhas da vila! Eles aproveitam algum momento em que a pessoa está sozinha para levar! Depois levam até essa casa no canto da cidade, que estava abandonada há anos… pelo menos, isso foi o que consegui deduzir conversando com as pessoas na taverna! Eu posso levar vocês até a casa…

Clérigo: Sim vamos ver, que aí iremos Lia ajudar. Você ficou muito tempo na Taverna ouvindo os outros? Quem foram os que te pareceram mais suspeitos?

Apesar de não entender porque só irão ajudar a Lia, Don, com uma expressão facial de quem estaria jogando um jogo de cartas que não seria inventado por muitos séculos, responde:

Don: Ah, fiquei… muito tempo! Isso já vem acontecendo há meses… as pessoas lembram mais dos moradores, mas, com certeza, levaram viajantes também. Devem ter levado! Quer dizer… pode ser! Não sei… Acho que viajantes não… E sobre os suspeitos. Hm… Eles agem nas sombras, mas com certeza são normais que nem vocês [olha para o pastor e Fagudes]. Há relatos de mulheres nesse grupo! Mulheres!

Clérigo: Entendo, Dondon. Fico triste por uma cidade comercial ficar a mercê de vilões, e te ajudarei usando as FORÇAS e ARMAS do SENhor. (maiúsculas = forte e agudo, batendo na mesa) Devo entender aqui que o senhor teve algum tipo de prejuízo com as investidas desses infiÉIS?

Fagudes interpreta fisicamente as palavras exageradas do clérigo.

Don: Muitos conhecidos meus foram levados!

Clérigo: Espero que as pessoas daqui não sejam “normais” como nosso querido gracom. No que você trabalha, querido Dondon?

Don: Trabalho no porto, descarregando e carregando os navios. Não saio da cidade por nada, não sei como vocês viajam assim.

Don encosta na parede taverna. Ele parece cansado.

Clérigo: Senhor, e se nos encontrarmos amanhã nessa mesma taverna? Pensei em pregar a palavra por aí e sentir o que o senhor Celtão me diz sobre essa cidade.

Camanducaia prefere aguardar pelo dia seguinte também. Don parece não se importar – ele dormiu logo antes de perguntarem.

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